Casa Espírita Suave Caminho

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Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brazil
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"E você nem presta atenção!" Poesia - Andrea Luquetti (CESC)


Eu sei que a vida não te satisfaz
Pois o mundo não abriga ilusões
Talvez você não tenha tempo de prestar atenção
Mas o mundo não morre de fome em vão
A guerra e a corrupção há desde as grandes e cruciais descobertas
E você se acostuma com o tédio da repetição:
de tanta desgraça na televisão!
No momento até respirar ta difícil
Queimam as florestas sem nenhum benefício
Pela miséria, Pela falta de socorro, Pela falta de opção...
Deus ta lá no morro
Deus ta na chuva contra o fogo
Deus não espera acontecer
Deus não é tolo
Ir a busca do perigo, porque?
Você ta no meio do perigo o tempo todo.
Deus te quer vivo!
Não derrame seu sangue em vão
Você é o seu próximo, irmão.
Já está tudo dentro do furacão
A verdade ta no miolo, no olho, E você nem presta atenção!

Os Pensamentos e os sentimentos têm que ser bons! Motivos? De sobra... Apenas o destino da nossa própria vida! Andrea Luquetti (CESC)


Os Pensamentos e os sentimentos têm que ser bons! Motivos? De sobra... Apenas o destino da nossa própria vida!

Todas as boas filosofias dizem:_ O pensamento nos atrai, mas o sentimento é que realmente diz a verdade! Então conclui que devemos o tempo todo tentar sentir as coisas boas, imaginar e realmente tentar senti-las, colocá-las à tona e esquecermos definitivamente do “profundo”. Porque sempre o maior amor é profundo? Tudo de bom está sempre “Profundo” Vamos colocar mais á tona nossos bons sentimentos e não mais escondê-los profundamente dentro de nós! Pois o resultado da nossa vida vem de nossas vibrações sejam elas boas ou ruins é claro, pois ninguém neste planeta sente coisas boas o tempo todo, mas podemos nos esforçar para isso!
Há um turbilhão de sentimentos que já experimentamos em nossa vida! Imagine que nossos fracassos e nossas vitórias estão ligados inteiramente ao nosso sentimento em determinados momentos de nossa vida? Existem alguns livros que falam sobre isso e até mesmo o filme “O segredo”, entre outros que nos fazem pensar. Tentar não custa nada, apenas é muito difícil, eu sei, mas devemos ao menos questionar o que pensamos e o que sentimos com mais freqüência para verificar se não estamos sendo causadores de nossos próprios medos, fracassos, desilusões e até doenças, como também podemos ser responsáveis por nossos momentos de paz e harmonia interior. Isto é realmente muito sério! Precisamos estudar sobre isso, pois somos o que sentimos e podemos ser o quisermos ser, basta sentir de verdade o que se deseja! Mas se o seu desejo for bom só para você e de nada vai acrescentar para o seu próximo ou mesmo até prejudicar o seu próximo, O universo não irá te responder, pois está tudo plugado, interligado, não somos únicos e exclusivos, nós estamos ligados ao outro e vice-versa. Concluímos que: Se pensarmos sempre em fazer o bem ao outro, o outro também será inclinado a nos fazer o bem e assim por diante em todas as nossas ações e desejos! Portanto caímos sempre no mesmo lugar: das leis de causa e efeito, logo não há outra saída para se alcançar à verdadeira felicidade: que é fazer ao outro o que se deseja que façam por nós!
Eu desejo que todos que estiverem lendo, pratiquem bastante o amor ao próximo para que sejam mais amados e felizes. Eu vou tentar praticar também! Pois eu estou querendo ser mais feliz!
Fiquem com Deus e Sejam felizes!!!


IRRADIAÇÃO e SINTONIA - Alessandra Rivelli (CESC)


TÓPICOS: IRRADIAÇÃO - SINTONIA

ASSUNTO: SOL


O SOL irradia luz, calor, alegria, paz, serenidade.
Com ele nos sentimos leves, rimos, brincamos, como crianças felizes pela oportunidade de curtirmos a natureza, a praia, a cachoeira, o campo.
Ele é um ASTRO brilhante, soberano, nos acolhe, nos faz mais felizes.
Quando estamos em Sintonia com o PAI MAIOR irradiamos amor, paz, felicidade, aquecemos aqueles que nos rodeiam.
Quando estamos em desequilíbrio irradiamos tristeza, animosidade, mau-humor. Nesses momentos difíceis vamos procurar vigiar e orar, mantermos a sintonia, escutarmos nosso"EU INTERIOR", buscarmos respostas dentro de nós com a ajuda de NOSSOS AMIGOS ESPIRITUAIS.
Vamos amar o SOL, a NATUREZA, a VIDA, acima de tudo vamos AMAR A NÓS MESMOS, pois nunca estaremos sozinhos.
Amando sem distinção vamos irradiar luz, amor, serenidade, as pessoas que convivem conosco vão sentir essa energia boa e se beneficiar dela.
Para isso temos que VIGIAR e ORAR.

Estudo Espírita sobre o "Casamento" e fotos de alguns casais tarefeiros e amigos da Casa Espírita Suave Caminho em Jantar no dia dos Namorados!




CASAMENTO

“O estado de natureza é o da união livre e fortuita dos sexos, O casamento constitui um
dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade
fraterna e se observa entre todos os povos, se bem que em condições diversas. A abolição do
casamento seria, pois, regredir à infância da Humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo
de certos animais que lhe dão o exemplo de uniões constantes.” (01)
“Mas, na união dos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos,
há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de
amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da
alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem
dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir. Nas condições ordinárias
do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De modo nenhum. Não se leva
em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recíprocos, se atraem um para o outro,
visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida. O de que se cogita, não é da satisfação
do coração e sim da do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: de todos os interesses
materiais. (...)
(...) Nem a lei civil, porém, nem os compromissos que ela faz se contraiam podem suprir
a lei de amor, se esta não preside à união, resultando, freqüentemente, separarem-se por
si mesmos os que à força se uniram (...). Daí as uniões infelizes, que acabam tornando-se
criminosas, dupla desgraça que se evitaria se, ao estabelecerem-se as condições do matrimônio,
se não abstraísse da única que o sanciona aos olhos de Deus: a lei de amor. (...)” (02)
“Será então supérflua a lei civil e dever-se-á volver aos casamentos segundo a Natureza?
Não, decerto. A lei civil tem por fim regular as relações sociais e os interesses das famílias,
de acordo com as exigências da civilização; por isso, é útil, necessária, mas variável.
Deve ser previdente, porque o homem civilizado não pode viver como selvagem; nada, entretanto,
nada absolutamente se opõe a que ela seja um corolário da lei de Deus. (...)” (03)
“Caracteriza-se o estado moral de um povo pelas uniões da sexualidade, que se fazem
rápidas, em decadência, ou demoradas, num processo de ascensão tipificando a emotividade
que rege a convivência ética das criaturas.
Nesse sentido, o matrimônio tem papel preponderante na formação da comunidade.
(...)” (05)
Se a união das pessoas pelos laços do casamento é precedida por interesses materiais,
pelo furor das paixões ou pelo jogo das conveniências, é uma realidade destinada ao fracasso,
visto que a lei de amor não foi cogitada.
Tais ligações, com o passar do tempo, após as ilusões dos primeiros momentos, permitirão
que entre os consortes se estabeleçam antipatias mútuas que, com o desgaste natural,
cristalizar-se-ão em relações inamistosas.
ESDE
Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita
Programa III
Unidade 9
Sub-unidade 1
A satisfação pura e simples dos instintos, no matrimônio, leva os cônjuges “(...) a uma
saturação recíproca e a um isolacionismo, que logo deterioram o relacionamento conjugal,
fazendo que o matrimônio decline e degrade.
Indispensável construir uma consciência responsável por meio da educação moral, doméstica
e social das criaturas, para que o matrimônio mereça pelo menos um pouco mais de
respeito, antes de se assumir o compromisso, que logo, por leviandade, se dissolverá.
(...)” (06)
“(...) Casamento é compromisso e compromisso gera, evidentemente, responsabilidade
(...)” (07), como nos fala Emmanuel. Antes de optarem por um passo tão sério, o homem e a
mulher devem refletir maduramente, para que não venham a ser infelizes, fazendo, também,
a infelicidade das pessoas a eles ligadas.
“(...) A grande vítima das uniões precipitadas (...) é a sociedade. E como a sociedade se
constitui dos membros que se unem em torno do lar, a família, os filhos são os vitimados indefesos
pela leviandade e precipitação dos adultos mal formados. (...)” (06)
Os filhos necessitam de que seus pais dêem exemplos de moralidade, de devotamento
e de equilíbrio. E fundamental que os cônjuges se compenetrem dos deveres perante si mesmos,
perante a prole e perante Deus.
A lei de amor, que deve sempre reger as ligações matrimoniais, permite que as pessoas
se procurem e se escolham, mas exige, também, que se respeitem e que se apóiem ante as
provas e dificuldades da vida.
Portanto, “o casamento ou a união permanente de dois seres, como é óbvio, implica o
regime de vivência pelo qual duas criaturas se confiam uma à outra, no campo da assistência
mútua. (...)
Imperioso, porém, que a ligação se baseie na responsabilidade recíproca, de vez que na
comunhão sexual um ser humano se entrega a outro ser humano e, por isso mesmo, não deve
haver qualquer desconsideração entre si. (...)
Os débitos contraídos por legiões de companheiros de Humanidade, portadores de entendimento
verde para os temas do amor, determinam a existência de milhões de uniões supostamente
infelizes, nas quais a reparação de faltas passadas confere a numerosos ajustes
sexuais, sejam eles ou não acobertados pelo beneplácito das leis humanas, o aspecto de ligações
francamente expiatórias, com base no sofrimento purificador. (...)” (11)
(...) Decorre daí a importância dos conhecimentos alusivos à reencarnação, nas bases
da família, com pleno exercício da lei do amor nos recessos do lar, para que o lar não se converta,
de bendita escola que é, em pouso neurótico, albergando moléstias mentais dificilmente
reversíveis.” (10)
Compreende-se, repetimos, que “sem entendimento e respeito, conciliação e afinidade
espiritual, torna-se difícil o êxito no casamento (...)” (08) pois, “(...) por muito se nos impessoalizem
os sentimentos, somos defrontados em família pelas ocasiões de provas ou de crises,
em que nos inquietamos, gastando tempo e energia para” (09) ver nossos filhos ou parentes
“na trilha que consideramos como sendo a mais certa. (...)” (09)
“O divórcio é lei humana que tem por objeto separar legalmente o que já, de fato, está
separado. Não é contrário à lei de Deus, pois que apenas reforma o que os homens hão feito
e só é aplicável nos casos em que não se levou em conta a lei divina. Se fosse contrário a essa
lei, a própria Igreja seria obrigada a considerar prevaricadores aqueles de seus chefes que,
por autoridade própria e em nome da religião, hão imposto o divórcio em mais de uma ocasião.
E dupla seria aí a prevaricação, porque, nesses casos, o divórcio há objetivado unicamente
interesses materiais e não a satisfação da lei de amor.
Mas, nem mesmo Jesus consagrou a indissolubilidade absoluta do casamento. Não disse
ele: “Foi por causa da dureza dos vossos corações que Moisés permitiu despedísseis vossas
mulheres”? Isso significa que, já ao tempo de Moisés, não sendo a afeição mútua a única
determinante do casamento, a separação podia tornar-se necessária. Acrescenta, porém: no
princípio não foi assim”, isto é, na origem da Humanidade, quando os homens ainda não estavam
pervertidos pelo egoísmo e pelo orgulho e viviam segundo a lei de Deus, as uniões,
derivando da simpatia, e não da vaidade ou da ambição, nenhum ensejo davam ao repúdio.
(...)” (04)
* * *

FONTES DE CONSULTA
01 - KARDEC, Allan. Da Lei de Reprodução. In:_. O Livro dos Espíritos. Trad. de Guillon
Ribeiro. 73. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1995. Perg. 696, pág. 335.
02 - Não Separeis o Que Deus Juntou. ln:_. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Trad. de
Guillon Ribeiro. 112. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. Item 3, págs. 330- 331.
03 - Item 4, pág. 331.
04 - Item 5, págs. 331-332.
05 - FRANCO, Divaldo Pereira. Considerando o Casamento. ln:_. Florilégios Espirituais.
Ditado pelo Espírito Francisco do Monte Alverne. 2. ed. Araras, SP: IDE, 1981. Pág.
117.
06 - Pág. 118.
07 - MARTINS PERALVA. Casamento e Sexo. In:_. O Pensamento de Emmanuel. 5. ed.
Rio [de Janeiro]: FEB, 1994. Pág. 171.
08 - XAVIER, Francisco Cândido & VIEIRA, Waldo. O Espiritismo e os Cônjuges. In:_.
Estude e Viva. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 8. ed. Rio [de Janeiro]: FEB,
1996. Pág. 68.
09 - Na Seara Doméstica. In:_. Estude e Viva. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 8.
ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. Pág. 92.
10 - Ambiente Doméstico. ln:_. Vida e Sexo. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 16. ed. Rio
[de Janeiro]: FEB, 1996. Pág. 23.
11 - Compromisso Afetivo. ln:_. Vida e Sexo. Pelo Espírito Emmanuel. 16. ed. Rio [de Ja
neiro]: FEB, 1996. Págs. 33-35.
Texto Extraído do Programa III do ESDE Editado Pela FEB
www.cura.

Perispirito - Estudo com Luiza Terra (CESC)







Perispirito

Conceitos de Perispírito

O Espírito, propriamente dito, é envolvido por uma substância, vaporosa mas ainda bastante grosseira *

“Envolvendo o gérmen de um fruto, há o perisperma; do mesmo modo,uma substância que, por comparação, se pode chamar de perispírito, serve de envoltório ao Espírito propriamente dito*
* O Livro dos Espíritos, questão 93

Funções do Perispírito
Instrumental
O perispírito representa um instrumento ou elemento de ligação entre o Espírito e o corpo físico. A função instrumental permite a interação do Espírito com os mundos espiritual e físico

Individualizadora
O perispírito apresenta características peculiares à identificação de cada indivíduo.
A função individualizadora está relacionada à história e às conquistas evolutivas da pessoa.

Organizadora
Trata-se do “molde”que determina as linhas morfológicas e hereditárias do corpo físico.
A função conservadora preserva os mecanismos de manifestação da lei de causa e efeito.

Sustentadora
Sob o impulso da mente espiritual, o perispírito transfere paulatinamente a energia vital para o corpo físico, sustentando-o desde a formação até o completo desenvolvimento.

Conservadora
A função conservadora garante vitalidade ao corpo físico durante o tempo previsto da reencarnação.

EVOLUÇÃO ANÍMICA - Estudo com Luiza Terra (CESC)


EVOLUÇÃO ANÍMICA


A finalidade da alma é o desenvolvimento de todas as faculdades a ela inerentes.

Para consegui-lo, ela é obrigada a encarnar grande número de vezes, na Terra, a fim de acendrar suas faculdades morais e intelectuais, enquanto aprende a senhorear e governar a matéria.

É mediante uma evolução ininterrupta, a partir das formas mais rudimentares, até à condição humana, que o princípio pensante conquista, lentamente, a sua individualidade.

Chegado a esse estágio, cumpre-lhe fazer eclodir a sua espiritualidade, dominando os instintos remanescentes da sua passagem pelas formas inferiores, a fim de elevar-se, na série das transformações, para destinos sempre mais altos.

As reencarnações constituem, dessarte, uma necessidade inelutável do progresso espiritual.

Cada existência corpórea não comporta mais que uma parcela de esforços determinados, após os quais a alma se encontra exausta. A morte representa então, um repouso, uma etapa na longa rota da eternidade.

Depois, é a reencarnação novamente, a valer um como rejuvenescimento para o Espírito em marcha.

A cada renascimento, as águas do Letes propiciam à alma uma nova virgindade: desvanecem-se os erros, prejuízos, as supertições do passado.

Paixões antigas, ignomínias, remorsos, desaparecem, o esquecimento cria um novo ser, que se atira cheio de ardor e entusiasmo, no percurso da nova estrada. Cada esforço redunda num progresso e cada progresso num poder sempre maior.

Essas aquisições sucessivas vão alteando a alma nos inumeráveis degraus da perfeição.

Revelações são essas que nos fazem entrever as perspectivas do infinito. Mostram-nos a Eternidade da Existência a desenvolver-se nos esplendores do cosmo; Permite melhor compreender a justiça e bondade do imortal autor de todos os seres e de todas as coisas.

Criados iguais, todos temos as mesmas dificuldades a vencer, as mesmas lutas a sustentar, o mesmo ideal a atingir __ a felicidade perfeita. Nenhum poder arbitrário a predestinar uns à beatitude, outros a tormentos sem fim. Unidos, só o somos de própria consciência, pois ela é quem, ao retornarmos ao espaço, nos aponta as faltas cometidas e os meios de as repararmos.

Somos, assim, o árbitro soberano de nossos destinos; cada encarnação condiciona a que lhe sucede e, mau grado a lentidão da marcha ascendente, ei-nos a gravitar incessantemente para alturas radiosas , onde sentimos palpitar corações fraternais, e entrarmos em comunhão sempre mais e mais íntima com a grande alma universal_A POTÊNCIA SUPREMA.


GABRIEL DELANNE

Arraiá do Zé do bem foi um sucesso!!!!!

Agradecimentos especiais a Presidente Geisa e a todos da Diretoria pela organização e dedicação ao Evento!
Muita Alegria!!!!!! Confiram!!!!!

'Pela Paz' video de Michael Jackson e Versão em Portugues de Nando do Roupa Nova



Pela Paz

Compositor: Michael Jackson / Versão: Nando


Deve haver um lugar dentro do seu coração
Onde a paz brilhe mais que uma lembrança
Sem a luz que ela traz já nem se consegue mais
Encontrar o caminho da esperança

Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens
Se fazendo irmão e estendendo a mão

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Se você for capaz de soltar a sua voz
Pelo ar, como prece de criança
Deve então começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança

Deixe, que esse canto lave o pranto do mundo
Pra trazer perdão e dividir o pão

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Quanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem
Pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm
A lição pro futuro vem da alma e do coração
Pra buscar a paz, não olhar pra trás, com amor

Se você começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança

Deixe, que esse canto lave o pranto do mundo
Pra trazer perdão e dividir o pão

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz



Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.


"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Passe adiante!
Precisamos começar JÁ!

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...

A Cura - Musica de Lulu Santos e Nelson Motta



A Cura
Lulu Santos
Composição: Lulu Santos / Nelson Motta

Existirá
Em todo porto tremulará
A velha bandeira da vida
Acenderá
Todo farol iluminará
Uma ponta de esperança

E se virá
Será quando menos se esperar
Da onde ninguém imagina
Demolirá
Toda certeza vã
Não sobrará
Pedra sobre pedra

Enquanto isso
Não nos custa insistir
Na questão do desejo
Não deixar se extinguir
Desafiando de vez a noção
Na qual se crê
Que o inferno é aqui

Existirá
E toda raça então experimentará
Para todo mal
A cura

Força e coragem


Força e coragem


Você se considera uma pessoa de coragem?

E, se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada?

Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem.

E há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas.

Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária.

Eis aqui alguns exemplos:

É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.

É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para não revidar.

É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.

É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para admitir a dúvida ou o erro.

É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.

É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.

É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.

É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para faze-lo parar.

É preciso ter força para fazer tudo sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.

É preciso força para enfrentar os desafios que a vida oferece, mas é preciso coragem para admitir as próprias fraquezas.

É preciso força para buscar o conhecimento, mas é preciso coragem para reconhecer a própria ignorância.

É preciso força para lutar contra a desonestidade, mas é preciso coragem para resistir às suas investidas.

É preciso força para enfrentar as tentações, e é preciso coragem para não cair nas suas armadilhas.

É preciso ter força para gritar contra a injustiça, mas é preciso muita coragem para ser justo.

É preciso força para pregar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro.

É preciso força para levantar a bandeira da paz, mas é preciso coragem para construí-la na própria intimidade.

É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar.

É preciso força para lutar contra a insensatez, mas é preciso coragem para ser sensato.

É preciso ter força para defender os bens materiais, mas é preciso coragem para preservar o patrimônio moral.

É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.

É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver.

Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo.

Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias. E a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições.

***

A coragem de vencer-se antes que pretender vencer o próximo, de desculpar antes que esperar ser desculpado e de amar apesar das decepções e desencantos, revela o verdadeiro cristão, o legítimo homem de valor.

Por essa razão a coragem é calma, segura, fonte geradora de equilíbrio que alimenta a vida e eleva o ser aos altos cumes da glória e da felicidade total.

Musicas do Coral Suave Caminho. É só começar a tocar e cantar!

Musicas Do Coral Suave Caminho Com Sifras Para Violão e Guitarra!

20 Serviços que o Espiritismo faz por você!!!


1 – Integra você no conhecimento de sua posição de criatura eterna e responsável, diante da vida.
2 – Expõe o sentido real das lições do CRISTO e de todos os outros mentores Espirituais da humanidade,
nas diversas regiões do planeta.
3 – Suprime-lhe as preocupações originárias do medo da morte,Provando que “ela” não existe!
4 – Revela-lhe o princípio da reencarnação, determinando o porquê da dor e das aparentes
desigualdades sociais.
5 – Confere-lhe forças para suportar as maiores vicissitudes do corpo, mostrando a você que o instrumento físico nos reflete as condições ou necessidades do espírito.
6 – Tranquiliza você com respeito aos desajustes da parentela, esclarecendo que o lar recebe
não somente afetos, mas também os desafetos de existências passadas, para a necessária
regeneração.
7 – Demonstra-lhe que o seu principal templo para o culto da presença Divina é a consciência.
8 – Liberta-lhe a mente de todos os tabus em matéria de crença religiosa.
9 – Elimina a maior parte das preocupações acerca do futuro além da “morte”.
10 – Dá-lhe o conforto do intercâmbio com os entes queridos, depois de
desencarnados.
11 – Entrega-lhe o conhecimento da Mediunidade.
12 – Traça-lhe providência para o combate ou para a cura da obsessão.
13 – Concede-lhe o direito à fé raciocinada.
14 – Destaca-lhe o imperativo da caridade por dever.
15- Auxilia você a revisar e revalorizar os seus conceitos de trabalho e tempo.
16 – concede-lhe a certeza natural de que se beneficiamos ou prejudicamos alguém, estamos beneficiando ou prejudicando a nós próprios.
17 – Garante-lhe serenidade e paz diante das calúnias ou das críticas.
18 – Ensina você a considerar adversários por instrutores.
19 – Explica-lhe que, por maiores que sejam as dificuldades exteriores, intimamente você
é livre para melhorar ou agravar a própria situação.
20 – Patenteia-lhe que a fé ilumina o caminho, mas ninguém fugirá da lei que manda atribuir a cada qual segundo suas obras pessoais.

“A maior caridade que podemos fazer
em relação à DOUTRINA ESPÍRITA
é a sua divulgação”. - Emmanuel

RECURSO ANTISSÉPTICO


RECURSO ANTISSÉPTICO

Sabe você que intriga e queixa, no fundo, são resíduos de doenças da alma, comparáveis a certas culturas microbianas que decorrem de
infecções no corpo.

Lamentação e pessimismo podem alastrar-se através de contágio mental.

Um alarme falso assemelha-se ao estopim curto que suscita a explosão da calamidade, capaz de ocasionar a morte e a dilapidação física de
muitas pessoas; a frase cochichada em que se expressam a leviandade e a maledicência, ao arrastar-se, de casa em casa, é também suscetível de ser o veneno que arrase ou prejudique existências numerosas.

Previna-se contra o risco, neutralizando no silêncio qualquer tóxico verbal que alguém lhe esteja administrando.

Nesse trabalho de imunização, comece refletindo que todos somos espíritos imortais e que, um dia, todos nos reencontraremos uns com os
outros.

Aceite os agressores por irmãos enfermos necessitados de tratamento espiritual no pronto-socorro da oração.

Compreenda que nós todos, os espíritos ainda vinculados à evolução terrestre, somos igualmente passíveis de erro.

Desculpe qualquer ofensa, seja de quem for ou venha de onde vier.

E continue trabalhando de consciência tranqüila, reconhecendo o nosso dever de tolerar os comentários doentes, nas trilhas do cotidiano, com a certeza de que, no mundo, por enquanto, as conversações infelizes fazem parte do inevitável.

(Emmanuel/Francisco Cândido Xavier).

Resgates Coletivos ante a lei de causa e efeito



A jovem Baya Bakari, de 14 anos, foi a única sobrevivente do Airbus A310, da empresa Yemenia Air, que caiu no Oceano Índico, pouco antes do pouso nas Ilhas Comores, com 153 pessoas a bordo. Temos notícia de outros acidentes aéreos que tiveram, também, um único sobrevivente, a exemplo de Vesna Vulovic, aeromoça sérvia, que, no momento em que a aeronave sobrevoava a ex-Tchecoslováquia, resistiu à explosão, supostamente, causada por atentado terrorista, em janeiro de 1972. (1) Dias antes, na véspera do Natal de 1971, um avião de passageiros, também, explodiu, depois de ser atingido por um raio, ao sobrevoar a Amazônia peruana. Todos morreram, à exceção da jovem Juliane Koepcke, de 17 anos, que caiu de uma altitude de 3 mil metros, aproximadamente, ainda presa ao seu cinto de segurança. (2) História semelhante é a de George Lamson Jr, que tinha 17 anos, quando sobreviveu à queda do Lockheed L-188, Electra da Galaxy Airlines, matando outras 70 pessoas a bordo, em janeiro de 1985. Os episódios de sobreviventes nessas circunstâncias incluem o de uma criança, de quatro anos, que escapou da queda do voo 255, da Northwest Airlines, em agosto de 1987, em que mais de 150 pessoas morreram no acidente, segundo os organizadores de um memorial pelas vítimas da catástrofe. Em 1995, uma menina, de nove anos, foi a única sobrevivente da explosão, em pleno ar, de um avião, na Colômbia. Em 1997, um menino tailandês escapou de um acidente, que matou 65 pessoas, durante um voo da Vietnam Airlines. Em 2003, uma criança, de três anos, foi a única sobrevivente de um acidente aéreo, no Sudão, que matou 116 pessoas. Lamentemos, sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma, pois nada acontece sem que Deus consinta.
Esses fatos nos remetem a refletir sobre as idéias dos cientistas materialistas que creem que a sobrevivência “não é uma questão de destino”, pois mais de 90% dos acidentes aéreos têm sobreviventes, hoje em dia, graças aos “avanços tecnológicos” (!!!...). Mas, a justificativa de “avanços tecnológicos” não explica as causas de uns morrerem e outros sobreviverem na mesma cena trágica.
Como se processa a convocação de encarnados para uma desencarnação coletiva? Qual a explicação espiritual para o fato de pessoas saírem ilesas das catástrofes, algumas, até mesmo, desistindo da viagem ou, então, perdendo o embarque, em transportes a serem acidentados? As respostas são baseadas nas premissas de que o acaso não pode reger fenômenos inteligentes e na certeza da infalibilidade da Lei Divina, agindo por conta de espíritos prepostos, sob a subordinação das entidades superiores. “A cada um será dado segundo as suas obras”. Ensinam os espíritos, mediante comparação simples, mas de forma altamente significativa, que justiça sem amor é como terra sem água. O pensamento da espiritualidade superior sobre o tema significa que a justiça é perfeita, porque Deus a fez assistida pelo amor, para que os endividados não sejam aniquilados.
A Doutrina dos Espíritos, embasada em O Livro dos Espíritos, não respalda a idéia de fatalidade, tratando especificamente do assunto, merecendo, por isso, leitura e reflexão. (3) Então, qual a finalidade desses acidentes que causam a morte conjunta de várias pessoas? Como a Justiça Divina pode ser percebida nessas situações? Por que algumas pessoas escapam, como vimos acima? Lembrando que fatalidade, destino e azar são palavras sempre citadas em situações como essas, vejamos como os Espíritos nos esclarecem: “Fatalidade”, “Destino” e “Azar” são palavras que não combinam com a Doutrina Espírita, da mesma forma a palavra “sorte”, usada para aqueles que escapam desse tipo de situação. Que conceitos estão por trás dessas palavras? O Livro dos Espíritos explica, dentre outras informações a respeito, que “a fatalidade só existe no tocante à escolha feita pelo Espírito, ao encarnar, de sofrer esta ou aquela prova; feita a escolha, ele traça, para si mesmo, uma espécie de destino, que é a própria conseqüência da posição em que se encontra. Em verdade, “fatal”, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte. Chegado esse momento, de uma forma ou de outra, a ele não podemos fugir”. (4) Em chegando a hora de retornar ao Plano Espiritual, nada nos livrará e, inconscientemente, guardamos em nós o gênero de morte que nos aguarda, pois isso nos foi revelado quando fizemos a escolha desta ou daquela existência. Não nos esqueçamos de que somente os acontecimentos importantes, e capazes de influir nossa evolução moral, são previstos por Deus, porque são úteis à nossa purificação e à nossa instrução.
Nas mortes coletivas, como os casos tão dramáticos ocorridos nos recentes desastres aéreos, somente encontraremos uma justificativa lógica para os respectivos acontecimentos, se analisarmos, atentamente, as explicações que só a Doutrina Espírita nos fornece, para confirmar que, até mesmo nesses DESASTRES, a Lei de Justiça se faz presente, pois, como nos afirma o Codificador, não há efeito sem que haja uma causa que o justifique.
Todos os nossos irmãos que pereceram, em desastres aéreos, carregavam, na alma, motivos para se ajustarem com a Lei Maior, a fim de quitar seus débitos com a Justiça Divina, que não falha jamais, encontrando, aí, a oportunidade sublime do resgate libertador. “Salvo exceção, pode-se admitir, como regra geral, que todos aqueles que têm um compromisso em comum, reunidos numa existência, já viveram juntos para trabalharem pelo mesmo resultado, e se acharão reunidos ainda no futuro, até que tenham alcançado o objetivo, quer dizer, expiado o passado, ou cumprido a missão aceita”. (5)
Vamos encontrar em o livro Chico Xavier Pede Licença, no capítulo 19, intitulado “Desencarnações Coletivas”, as sábias explicações para o fenômeno das mortes coletivas, quando o benfeitor Emmanuel responde pergunta endereçada a ele, por algumas dezenas de pessoas, em reunião pública, realizada na noite de 22/08/1972, em Uberaba, MG, e que aqui transcrevemos: “Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos de incêndios (e de quedas de aeronaves)? Responde Emmanuel -” Realmente, reconhecemos em Deus o Perfeito Amor, aliado à Justiça Perfeita. “E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio”. (6)
Como se processa a provação coletiva [resgate]? O mentor do Chico esclarece: “Na provação coletiva, verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro. O mecanismo da justiça, na lei das compensações, funciona, então, espontaneamente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os comparsas da dívida do pretérito para os resgates em comum, razão porque, muitas vezes, intitulais “doloroso caso” às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais”. (7) Diante de tantos lúcidos esclarecimentos, não mais podemos ter quaisquer dúvidas de que a Justiça Divina exerce sua ação, exatamente, com todos aqueles que, em algum momento, contrariaram a harmonia da Lei de Amor e Caridade e, por isso mesmo, cedo ou tarde, defrontar-se-ão, inexoravelmente, com a Lei de Causa e Efeito, ou, se preferirem, com a máxima proferida pela sabedoria popular: “A semeadura é livre, mas, a colheita é obrigatória”.
É importante destacar que, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, o mestre lionês assinala: "Não se deve crer, entretanto, que todo sofrimento, porque se passa neste mundo, seja, necessariamente, o indício de uma determinada falta: trata-se, freqüentemente, de simples provas escolhidas pelo Espírito para sua purificação, para acelerar o seu adiantamento”. (8). Diante do exposto, afirmamos que a função da dor é ampliar horizontes, para, realmente, vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio. Por isso, diante dos compromissos “cármicos”, em expiações coletivas ou individuais, lembremo-nos sempre de que a finalidade da Lei de Deus é a perfeição do Espírito, e que estamos, a cada dia, caminhando nessa direção, onde o nosso esforço pessoal e a busca da paz estarão agindo a nosso favor, minimizando, ao máximo, o peso dos débitos do ontem.

Jorge Hessen
http://jorgehessen.net
jorgehessen@gmail.com



Fontes:
(1) Vesna, que recebeu um prêmio da organização Guinness World Records pela "mais alta queda do espaço sem paraquedas", despencou de mais de 10 mil metros de altitude junto com uma parte da fuselagem do avião, para cair nos montes nevados da hoje República Checa.
(2) Acredita-se que os fortes ventos que sopravam de baixo para cima suavizaram a queda, fazendo o assento descer em espiral e não em queda livre. A adolescente alemã passou 11 dias vagando na selva, sem comida, em busca de civilização.
(3) Kardec, Allan. O Livros dos Espiritos, RJ: ed Feb, 1999, questões 851 a 867, do Livro III, capítulo X
(4) idem
(5) Kardec, Allan. Obras Póstumas, RJ: Ed Feb, 1993, Segunda Parte, pág. 215, no Capítulo: Questões e problemas
(6) Xavier F Candido / Pires j. Herculano. Chico Xavier pede Licença, no capítulo 19, “Desencarnações Coletivas”, SP: Ed GEEM, 1972
(7) Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, Ditado pelo Espírito Emmanuel, RJ: Ed Feb 1972, perg. 250
(8) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001, item 9, cap. V

PRINCÍPIO VITAL – Estudo e Poesia !




PRINCÍPIO VITAL – Estudo e Poesia com Elter Castro – 02/06/2009



O princípio vital é efeito e causa, porque, devido à ação de um agente sobre a matéria, a vida é um efeito, e esse agente, sem a matéria, não é vida, da mesma forma que a matéria não pode viver sem esse agente. Ele dá vida a todos os seres que o absorvem e assimilam. (q.63-LE)


O princípio vital tem por fonte o fluido universal (matéria universal modificada) e em nada difere do fluido elétrico animalizado, ou fluido magnético, ou fluido nervoso etc. É o intermediário, o elo entre o espírito e a matéria. (q.64-LE)


É o princípio da vida material e orgânica, qualquer que seja a sua fonte e é comum a todos os seres vivos, desde as plantas até o homem. O princípio vital é uma propriedade da matéria e independe da faculdade de pensar.


Essa força chamada princípio vital, encontra-se esparsa por todos os recantos do universo orgânico, combinada às substâncias minerais, azotadas e ternárias, operando os atos nutritivos de todas as moléculas.


No dizer de Emmanuel “(...) Essa força ativa e regeneradora, de cujo enfraquecimento decorre a ausência de tônus vital, precursor da destruição orgânica; é, simplesmente, a ação criadora e plasmadora do corpo espiritual sobre os elementos físicos”.


Segundo Jacob Melo, no livro: O Passe, “princípio vital é o toque mágico propiciador da vida, o interruptor vital que faz a interligação de um “campo” (Princípio Espiritual).


Quando o agente vital não está unido ao corpo, a vitalidade acha-se em estado latente.


O princípio vital dá aos seres orgânicos, movimento e atividade e os distingue da matéria inerte, porquanto o movimento da matéria não é a vida. Esse movimento ela recebe, não o dá. (q.66-LE)


O conjunto dos órgãos constitui uma espécie de mecanismo que recebe impulsão da atividade íntima ou princípio vital que entre eles existe. Ao mesmo tempo que o agente vital dá impulsão aos órgãos, a ação destes entretém e desenvolve a atividade daquele agente, quase como sucede com o atrito, que desenvolve o calor. (q.67-LE)


Quando os órgãos cessam seus movimentos, por esgotamento, a vida se extingue e a matéria inerte se decompõe indo formar novos organismos e o principio vital retorna ao lugar de onde saiu.


Se nos reportarmos a um aparelho elétrico, teremos melhor visão da vida e da morte, porque, como todos os corpos da natureza, contém eletricidade em estado latente. Esses fenômenos elétricos só se produzem quando o fluido é posto em atividade por uma causa especial. Poder-se-ia dizer que o aparelho está vivo. Cessando a causa da atividade, cessa o fenômeno. Dessa forma, os corpos orgânicos podem ser comparados a pilhas ou aparelhos elétricos, nos quais a atividade do fluido determina o fenômeno da vida cuja cessação dessa atividade causa a morte.


A quantidade do fluido vital varia segundo as espécies, tanto em cada indivíduo, quanto em indivíduos de uma espécie.


O fluido vital é transmissível de um indivíduo a outro. O que tiver maior porção pode doá-lo a um que tenha menos e, em certos casos, prolongar a vida prestes a extinguir-se. (q.68 a 70-LE)


André Luiz, em: Nos Domínios da Mediunidade, menciona: “Com o auxílio do superior, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, sem perispírito ou “corpo astral” estava revestido com os


eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se, à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora. Para melhor ajustar-se ao nosso ambiente, Castro desenvolveu essas energias ao corpo inerme, garantindo assim o calor indispensável à colméia celular e desembaraçando-se, tanto quanto possível, para entrar no serviço que o aguarda”.


Com relação à inteligência e ao instinto não são atributos do princípio vital, mas uma faculdade especial, peculiar a algumas classes de seres orgânicos. Com o pensamento, há a vontade de atuar, a consciência de que existem e constituem uma individualidade cada um, assim como o mundo exterior, e de proverem as suas necessidades.


Distinguem-se da seguinte forma:


1) Seres inanimados – são corpos brutos constituídos só de matéria e dotados de vitalidade, porém destituídos de inteligência;
2) Seres animados que não pensam – são formados de matéria e dotados de vitalidade, porém destituídos de inteligência;
3) Seres animados pensantes – são formados de matéria, dotados de vitalidade e possuem um princípio inteligente que lhes dão a faculdade de pensar.


A inteligência é uma faculdade própria de cada ser e constitui uma individualidade normal.


O instinto é uma espécie de inteligência sem raciocínio. É através dele que todos os seres provêem as suas necessidades.


Embora não se possa estabelecer a reparação entre instinto e inteligência, podemos distinguir os atos que decorrem de um e de outra. (q.71 a 75-LE)


Conclusão de Allan Kardec


“Há na matéria orgânica, um princípio especial, inapreensível e que ainda não pode ser definido; o princípio vital. A química, que compõe e recompõe a maior parte dos corpos orgânicos, também conseguiu decompor os corpos orgânicos, porém jamais chegou a reconstituir, sequer, uma folha morta; prova evidente de que há nestes último o que quer que seja, inexistente nos outros. Na combinação dos elementos para formarem os corpos orgânicos, desenvolve-se eletricidade. Os corpos orgânicos seriam, então, verdadeiras pilhas elétricas, que funcionam enquanto os elementos dessas pilhas se acham em condições de produzir eletricidade: é a vida, e que deixam de funcionar, quando tais condições desaparecem: é a morte.


Segundo essa maneira de ser, o princípio vital não seria mais do que uma espécie particular de eletricidade, denominada eletricidade animal, que durante a vida se desprende pela ação dos órgãos e cuja produção cessa, quando a morte, por se extinguir tal ação.”



Bibliografia
LE - q.60 a 75
A Gênese
O Passe – Jacob Melo
Dissertações mediúnicas sobre importantes questões que preocupam a humanidade – Emmanuel


PRINCÍPIO VITAL



-Você sabe o que é
Princípio vital?
Surgiu no fluido universal,
Matéria universal modificada,
E não é diferente em nada
Do fluido elétrico animalizado,
E...engraçado!...
É o mesmo que
Fluido magnético,
Não é genético,
Ou, ainda,
Fluido nervoso.
-Você é teimoso!...
O importante
É que ele está bem no meio,
É o intermediário
Entre o espírito e a matéria
E, quem me dera
Saber mais!
Mas o que sei
Já me satisfaz.
Ademais,
Esse princípio
É tanto causa
Como efeito;
É bem feito;
Tanto está em mim,
Como em você;
-Quer mais saber?
Se eu tiver mais que você
Poderei doá-lo
Se você precisar,
Ou se você quiser...
O fato é que
Não podemos viver
Sem esse agente,
Porque, de repente,
É ele que nos dá a vida;
E que vida!...
E, segundo Kardec,
Não é breque,
Funcionam como pilhas,
Que se acham em condições
Da eletricidade produzir
– E ele não sabia mentir –
É a vida.
-Você duvida?
E, quando deixam de funcionar...
- Não me venha contestar –
É a morte.
Será isso a sorte?
Não sei se é
Minha inteligência,
Ou meu instinto,
Não distinguo.
Só sei que não sou
Um ser inanimado.
-Você já tinha imaginado?
Sou um ser animado,
E pensante...
-Espere um instante,
Só precisamos raciocinar
Para não errar...ouça.
Não adianta discutirmos...
Ah! Esse Espiritismo
Nos ensina cada coisa!...



Elter Castro 02/06/2009

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Tipos de obsessão - Estudo


Tipos de obsessão

A obsessão apresenta três graus principais bem caracterizados:

Obsessão_simples - O médium tem perfeita consciência de que não obtém nada de bom e não se ilude sobre a natureza do Espírito que se obstina em se manifestar por ele e do qual tem o desejo de se desembaraçar. Esse caso não oferece nenhuma gravidade: não é senão um simples desgosto, e o médium a ele cede por deixar momentaneamente de escrever. O Espírito, cansando-se de não ser escutado, acaba por se retirar.

Fascinação - É muito mais grave, no sentido de que o médium se ilude completamente. O Espírito que o domina ganha sua confiança ao ponto de paralisar seu próprio julgamento na análise das comunicações e lhe faz achar sublimes as coisas mais absurdas. O caráter distintivo desse gênero de obsessão é:
  • de provocar nos médiuns uma excessiva suscetibilidade; de levá-lo a não achar bom, justo e verdadeiro senão o que ele escreve, a repelir e mesmo tomar pelo lado mau todo conselho e toda observação crítica;
  • a romper com seus amigos antes de convir que está enganado; a ter inveja de outros médiuns, cujas comunicações são julgadas melhores que as suas;
  • a querer se impor nas reuniões espíritas, das quais se afasta quando não pode aí dominar.
  • Chega, enfim, a sofrer uma tal dominação, que o Espírito pode compeli-lo aos meios mais ridículos e os mais comprometedores.
Subjugação Designada outrora sob o nome de possessão, é um constrangimento físico sempre exercido por Espíritos da pior espécie e que pode ir até à neutralização do livre_arbítrio. Ela se limita, freqüentemente, a simples impressões desagradáveis, mas provoca, algumas vezes, movimentos desordenados, atos insensatos, crises, palavras incoerentes ou injuriosas, as quais aquele que dela é objeto compreende por vezes todo o ridículo, mas da qual não pode se defender. Esse estado difere essencialmente da loucura_patológica, com a qual se confunde erradamente, porque não há nenhuma lesão orgânica; a causa sendo diferente, os meios curativos devem ser outros. Aplicando-lhe o procedimento ordinário das duchas e dos tratamentos corporais, chega-se, muitas vezes, a determinar uma verdadeira loucura, aí onde não havia senão uma causa moral.
  • Na loucura propriamente dita, a causa do mal é interior; é preciso procurar restabelecer o organismo ao estado normal.
  • Na subjugação, a causa do mal é exterior e é preciso desembaraçar o doente de um inimigo invisível opondo-lhe, não remédios, mas uma força moral superior à sua.
A experiência prova que, em semelhante caso, os exorcismos não produziram jamais nenhum resultado satisfatório, e que antes agravaram do que melhoraram a situação. Só o Espiritismo, indicando a verdadeira causa do mal, pode dar os meios de combatê-lo. É preciso, de certa forma, educar moralmente o Espírito_obsessor; por conselhos sabiamente dirigidos, chega-se a torná-lo melhor e a fazê-lo renunciar voluntariamente ao tormento do doente, e então este está livre (O Livro dos Médiuns, nº 279 - Revista Espírita, fevereiro, março e junho de 1864. A jovem obsedada de Marmande).
A subjugação obsessiva, o mais ordinariamente, é individual; mas, quando uma falange de Espíritos maus se abate sobre uma população, ela pode ter um caráter epidêmico. Foi um fenômeno desse gênero que ocorreu ao tempo do Cristo; só uma poderosa superioridade moral podia domar esses seres malfazejos, designados então sob o nome de demônios, e devolver a calma às suas vítimas.
Uma epidemia semelhante castigou por vários anos uma aldeia da Haute-Savoie. (Ver: a Revista Espírita, abril e dezembro de 1862; janeiro, fevereiro, abril e maio de 1863: Os possessos de Morzines.)

Um fato importante a considerar é que a obsessão, qualquer que seja sua natureza, é independente da mediunidade, e é encontrada em todos os graus, principalmente a última, em uma multidão de indivíduos que jamais ouviram falar de Espiritismo. Com efeito, os Espíritos tendo existido de todos os tempos, deveram, de todos os tempos, exercer a mesma influência; a mediunidade não é uma causa, mas apenas um modo de manifestação dessa influência; de onde se pode dizer, com certeza, que todo médium obsedado deve suportar de uma maneira qualquer, e, freqüentemente, nos mais vulgares atos da vida, os efeitos dessa influência; que sem a mediunidade ela se traduziria por outros efeitos, atribuídos muitas vezes a essas moléstias misteriosas que escapam a todas as investigações da medicina.

  • Pela mediunidade, o ser malfazejo traiu sua presença;
  • Sem a mediunidade era um inimigo oculto do qual não se desconfiava.
Allan Kardec


Auto-obsessão

Neste caso o Ser é responsável por todos os sinais e sintomas que apresenta, considerando ser ele o mentor intelectual de todos os seus equívocos, passados e presentes. Assim sendo, em dado momento da vida, começa a tomar consciência dos fatos e a partir daí exercita-se em culpas, que geram cobranças. Então teremos os conflitos interiores, com os pensamentos_fixado em alguma coisa, tanto em vigília como em desdobramento. Após a instalação do quadro, caminha com desinteresse total pela vida, isola-se e apresenta baixas vibrações em seu campo eletromagnético, permitindo a partir deste momento a afinização com irmãos em grandes desequilíbrios, grandes cobradores, evoluindo assim com graves quadros específicos que se enquadram nas doenças nervosas e mentais.

Muita gente procura o Espiritismo, queixando-se de perseguições_do_Invisível. Os que reclamam contra essas perturbações não estão abandonados de seus guias espirituais. A proteção da Providência Divina estende-se a todas as criaturas.

A perseguição de entidades sofredoras e perturbadas justifica-se no quadro das provações redentoras, mas, os que reclamam contra o assédio das forças inferiores dos planos adstritos ao orbe terrestre, devem consultar o próprio coração antes de formularem as suas queixas, de modo a observar se o Espírito perturbador não está neles mesmos.

Há obsessores terríveis do homem, denominados:
  • “orgulho”,
  • “vaidade”,
  • “preguiça”,
  • “avareza”,
  • “ignorância”
  • ou “ma-vontade”, e convém examinar se não se é vitima dessas energias perversoras que, muitas vezes, habitam o coração da criatura, enceguecendo-a para a compreensão da luz de Deus. Contra esses elementos destruidores faz-se preciso um novo gênero de preces, que se constitui de:
  • trabalho,
  • fé,
  • esforço
  • e boa-vontade.

Emmanuel - 1940


HETERO-OBSESSÃO
É um quadro que se caracteriza pela influência de espíritos encarnados ou desencarnados junto a outros seres que também podem estar em condições iguais. Este processo pode ser ativo ou passivo, com ação direta no corpo físico ou mental e sua intensidade pode variar de leve, moderada a grave, dependendo o merecimento do Ser envolvido. Podemos classificá-la em quatro situações:
  • Obsessão entre os encarnados – muito comum, principalmente nos relacionamentos entre os membros da família, considerando que o lar é o ambiente propício a reajustes e resgates. Teremos então esposas dominadoras, mães neuróticas, maridos desajustados e incompreensíveis, filhos rebeldes, etc., criando assim um meio de ódios, raivas, violências, ciúmes, invejas, com grandes desequilíbrios em que os seres se bombardeiam mutuamente pelos pensamentos.
  • Obsessão de encarnados para com os desencarnados – é um processo muito mais frequente que se possa imaginar. Os espíritos desencarnados partem para a Pátria Espiritual e deixam aqui seus entes queridos, os amigos com os quais estavam envolvidos por vícios ou paixões e outras afinidades. Neste novo plano desejam fazer mudanças de comportamento e de condutas, traçando novos rumos; todavia, por vezes, sentem-se “chamados”, atraídos por pensamentos, palavras e atos dos encarnados e muitas das vezes ficam imantados ao seu campo eletromagnético. (Ver: Espíritos vampirizados)
  • Obsessão de desencarnados para com os encarnados – é a interferência de espíritos desencarnados junto aos encarnados, em função de ligações afetivas, paixões, ódios, vinganças, etc., trazendo-lhes grandes desarmonias, tanto a nível do corpo físico como mental, promovendo junto ao Ser, uma série de sinais e sintomas, com doenças específicas.
  • Obsessão de desencarnados para com os desencarnados – este tipo de obsessão ocorre em condições idênticas aos outros. No mundo espiritual os seres se ligam em função das afinidades, desejos e paixões, e a partir daí temos um grande número de espíritos que são dominados e escravizados por outros espíritos.

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/obsessao/refletindo-sobre.html

Indoval Moreli Heiderick

Fronteiras sem fim da amizade


Fronteiras sem fim da amizade

Até onde vai a amizade? Diz-se que, por vezes, temos amigos que são mais do que irmãos.
São eles que nos sustentam nas crises, nos auxiliam na enfermidade, nos oferecem o ombro para chorar, a qualquer dia, a qualquer horário.
Pessoas há que, decepcionadas com pretensos amigos, afirmam que é muito difícil existir, hoje, amizade desinteressada.
No entanto, todos os dias, se ouvem histórias de pessoas que devem sua vida a algum amigo.
As gêmeas Rita e Ruth nasceram, em 1988, numa cabana de barro na África Central.
Seus pais eram agricultores da tribo Tutsi e temiam pela vida das filhas, porque os rebeldes Hútus, da oposição ao governo, atacavam constantemente os Tutsis.
Por isso, o casal decidiu ir para Uganda, 240 quilômetros ao norte.
Cada um com uma filha às costas, alguns poucos pertences e a tia das meninas, de apenas 11 anos, começaram a grande viagem.
O pai foi o primeiro a ser assassinado, na tentativa de conseguir alimentos em uma aldeia. A mãe, quando ia à frente, tentando verificar se era seguro prosseguir a jornada, desapareceu para sempre.
Durante dois meses, Katie, na floresta com as duas crianças, esperou a volta da mãe das meninas.
Então, amarrou as gêmeas ao seu corpo e saiu andando. Depois de dez meses, chegaram a Uganda.
Estavam sozinhas, dormindo ao relento e vivendo de restos de alimentos. Um dia, Jane, uma agricultora, as encontrou e as levou para sua casa, condoída de sua triste situação.
Jane tinha somente uma filha de 4 anos e, por três vezes, enfrentou os rebeldes Hútus, escondendo as crianças.
Quando as gêmeas estavam com 11 anos, Katie ganhou uma passagem para longe da África, para o asilo no estrangeiro.
Naquela noite, Rita e Ruth ficaram abraçadas a Katie, chorando. Ela fora o centro de suas vidas desde sempre.
Mas, ao partir, Katie prometeu que mandaria alguém para buscá-las.
Para uma moça de 21 anos, como Katie, se adaptar à vida aonde quer que fosse, levaria tempo. E mais tempo ainda levaria para conseguir alguém que buscasse as gêmeas.
Os meses se sucederam, sem qualquer notícia. Os Hútus matavam e sequestravam dezenas de Tutsis.
As meninas pensavam: Será que ela nos esqueceu?
Três anos se passaram. Com 15 anos, Rita e Ruth já tinham se resignado à vida de medo e incerteza em Uganda.
Então, elas foram apanhadas em casa por um agente estrangeiro e levadas ao aeroporto.
Quatorze horas depois, estavam em Londres, abraçando Katie. Ela explicou como tinha sido difícil conseguir que elas fossem levadas para a Grã-Bretanha antes de milhares de outros refugiados.
Mas disse: Espero que saibam que eu nunca as abandonaria.
As gêmeas passaram o restante da sua adolescência morando com Katie.
Para elas, Katie é a grande amiga a quem agradecem por terem o privilégio de viverem num país de oportunidades.
Diz Rita: Apesar de tudo o que passei, sinto como se tivesse ganhado na loteria.
Amigos... Preciosidades que Deus coloca em nossas vidas para nos atapetar a estrada de ternura, a fim de nos tornar menos áspera a jornada.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Cuidem de mim,
de Rita Komunda, conforme contado a Nick Morgan, publicado na
Revista Seleções Reader’s Digest, de março de 2009.
Em 10.07.2009.

"MUNDO MELHOR" (Alessandra Rivelli)


"MUNDO MELHOR"


O mundo está aí cheio de conflitos, desilusões, decepções, mas também temos alegrias, harmonia, esperança, perpectivas de um mundo melhor, só depende de nós. Temos o livre-arbítrio: podemos nos revoltar, criticar, ficarmos inertes, ou lutar pela paz, ajudando uns aos outros, criarmos ou participarmos de ongs ou instituições, participarmos de serviços voluntários, fazer a diferença, sempre focando para o bem. Temos condições de lançar sementes tanto para o bem quanto para o mal. Vamos receber da vida o que damos pra ela. Podemos ser artistas principais ou meros coadjuvantes, só depende de nós. Para tentarmos modificar o mundo, as pessoas, a sociedade, é necessário nos renovarmos, nos transformarmos, pois quando as pessoas perceberem nossa mudança para melhor, vão se contagiar, mudar seus conceitos, fazerem a sua parte e só assim viveremos num " MUNDO MELHOR ".

O que estamos fazendo da nossa vida? (Alessandra Rivelli)


O que estamos fazendo da nossa vida?


Será que estamos contribuindo para nossa evolução ou nos complicando cada vez mais? Todos os dias, a todo momento, temos a oportunidade de mudarmos o nosso destino, atenuar ou agravar nosso processo reencarnatório, depende do nosso livre-arbítrio, das nossas atitudes, pensamentos, sintonia, padrão vibratório. Temos que ser coerentes em relação à postura que temos em relação à vida, as pessoas, no trabalho. Temos que pensar, agir e falar com coerência, sem contradição. Ontem não sabíamos das consequências dos nossos atos porque não tínhamos o conhecimento, hoje temos conhecimento, portanto somos responsáveis, somos exemplo para as pessoas à nossa volta, elas vão se espelhar em nós. Devemos sempre VIGIAR E ORAR e pedir aos MENTORES mostrarem o melhor caminho a seguir. Eles intuem desde que estejamos receptivos, mas a escolha é nossa, somos artífices, condutores de nosso destino, de nossa vida.

Videos de alguns eventos do CESC!








Sites que Fazem atendimento fraterno on line! Apostila de estudos sobre atendimento fraterno!




Espiritismo Net - Atendimento fraterno on line



Características do Atendimento Fraterno:


O Atendimento Fraterno é porta de serviço edificante aberta a todas as criaturas que perderam o rumo ou se perderam em si mesmas. Ouve sem cansaço, todos os problemas, com capacidade de entendimento e tolerância.
Não se afadiga; nunca se exaspera; permite que cada qual viva conforme sua capacidade intelecto-moral; no entanto, se propõe a ajudá-lo a ascender.
Não anui com aquele que erra; todavia combate o erro; não se levanta contra o criminoso; antes, o ampara, invectivando contra o crime.
O atendimento fraterno é campo de trabalho solidário entre quem pede e aquele que doa. Graças a ele irmanam-se os indivíduos, compartem suas dores e repartem suas alegrias.
É da Lei que, aquele que mais possui deve multiplicar os bens, repartindo-os com aquele outros que sofrem carência.
O atendimento fraterno objetiva acender luz na treva, oferecer roteiro no labirinto, proporcionar esperança no desencanto.
Felizes aqueles que se encontram a serviço da fraternidade, atendendo aos seus irmãos em sofrimento e contribuindo com segurança para sua elevação.
Jesus foi o exemplo superior do atendente fraterno, por excelência.
Não carregou o fardo das pessoas, porém ensinou-as, com seu sacrifício, a conduzirem os próprios grilhões a que se prendem voluntariamente, para que os arrebentem no calvário da imolação.
Abre-te, desse modo, ao atendimento fraternal, doando as tuas horas excedentes aos sofredores do caminho e auxiliando-os a entender o significado da vida e das existências corporais.
Não te escuses jamais, recordando-te d’Aquele que jamais se negou a ajudar fraternalmente.

Joanna de Ângelis

Violetas na Janela em áudio!



Violetas na Janela

Amanhã - (Mensagem de Emmanuel psicografada por Chico Xavier)


Faça Hoje, Não Amanhã

Diz o preguiçoso: "Amanhã farei."Exclama o fraco: "Amanhã terei forças."Assevera o delinqüente: "Amanhã regenero-me." É imperioso reconhecer, porém, que a criatura,adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda,a noção real do tempo. Quem não aproveitaa bênção do dia vive distante da glória do século.

A alma sem coragem de avançar cem passos
não caminhará vinte mil.
O lavrador que perde a hora de semear
não consegue prever as conseqüências da procrastinação
do serviço a que se devota, porque,
entre uma hora e outra,
podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração.

Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida.
Contudo a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós.
Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos.

Se todas as aves possuem asas, nem todas
se ajustam à mesma tarefa nem planam no mesmo nível.
A andorinha voa na direção do clima primaveril,
mas o corvo, de modo geral, se consagra,
em qualquer tempo, aos detritos do chão.
Aquilo que o homem procura agora surpreenderá amanhã,
à frente dos olhos e em torno do coração.

Cuida, pois, de fazer, sem delonga,
quanto deve ser feito em benefício de tua própria felicidade,
porque o Amanhã será muito agradável
e benéfico somente para aquele que trabalha no bem,
que cresce no ideal superior
e que aperfeiçoa nas abençoadas horas de Hoje.

(Mensagem de Emmanuel psicografada por Chico Xavier)

Comportamento do Espírita no velório!


Recentemente, fomos a um velório e nos vimos constrangidos a ouvir um "pastor", pregando a insustentável tese da unicidade das existências. Aliás, assunto inoportuno para a ocasião. O religioso, sempre com a bíblia de folhas desgastadas debaixo do braço, umedecido de suor, certamente, foi convidado a falar sobre o tema por solicitação da família do desencarnante. Detalhe: tais parentes "crentes", do "morto", sabiam que espíritas estariam presentes no local. Ao revés, poderiam ter aproveitado a oportunidade do sepultamento para orar ou discorrer, sem afetação, sobre a imortalidade da alma (como ensinou Jesus) e sobre o valor da existência humana. Porém, infelizmente, para esses cristãos, narcotizados pela idéia de "salvação" e que pensam poder comprar a "felicidade eterna" através dos dez por cento "doados" para a igreja, "a morte ainda exprime realidade quase totalmente incompreendida na Terra". (1)
Em outra ocasião, fui informado, por uma grande amiga, líder espírita no DF, de que um irmão, também espírita conhecido na cidade, solicitara-lhe um espaço no salão de palestras, para velar um corpo (o desencarnado era endinheirado). Velório (2), no centro espírita? Rimos, eu e ela, muito embora, lamentando o triste episódio. É óbvio que a solicitação do imaturo confrade lhe fora negado.
Velórios! Eis o nosso tema. Essa celebração se desviou, e muito, do sentido religioso, pois, acima das emoções justificáveis, por parte dos parentes e amigos, ostenta-se um funeral por despesas excessivas com flores, santinhos, escapulários, velas [o uso de velas não tem valia para o espírita, pois só imprime um aspecto mais lúgubre à morte], etc., etc. A eventual preocupação com a conservação dos túmulos, que, normalmente, só são lembrados no dia consagrado aos mortos, no mês de novembro, respondem por um protocolo social, também, extravagante. Não devemos converter as necrópoles vazias em "salas de visita do além", qual recorda o escritor Richard Simonetti, (3) até porque, há locais mais indicados para expressarmos o nosso sentimento aos que já desencarnaram. Não aprovamos, nem reprovamos, intransigentemente, as homenagens fúnebres, em memória de alguém, pois, "são justas e de bom exemplo". (4) Todavia, a Doutrina Espírita revela que o desejo de perpetuar a lembrança que as pessoas deixam de si, nos imponentes mausoléus, vem do derradeiro ato de orgulho. "A suntuosidade dos monumentos fúnebres, determinada por parentes que desejam honrar a memória do falecido, e não por este, ainda faz parte do orgulho dos parentes, que querem honrar-se a si mesmos. Nem sempre é pelo morto que se fazem todas essas demonstrações, mas por amor-próprio, por consideração ao mundo e para exibição de riqueza ."(5)
Devemos sempre dispensar, nos funerais, as honrarias materiais exageradas e as encenações, pois, considerando que, "nem todo Espírito se desliga prontamente do corpo" (6), urge que lhe enviemos cargas mentais favoráveis de bênçãos e de paz, através da oração sincera, principalmente, nos últimos momentos que antecedem ao enterramento ou à cremação. ,Oferenda de coroas e flores deve transformar-se "em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário". (7)
Pasmem! Já, até, inventaram o velório virtual (visualização à distância) das cerimônias fúnebres de entes queridos e o encaminhamento de condolências via e-mail. Salas de velório foram equipadas com câmeras que permitem, em tempo real, uma visão geral do público e da pessoa que está sendo velada. Nesses casos, parentes e amigos podem enviar as mensagens de condolências para a família por meio de um link por site que oferece técnicas de preparação de corpos como a tanatopraxia (8) e a necromaquiagem, além de produtos como, urnas, mantos, vestuário etc. Sobre isso, sabemos que, quando comparecemos a um velório, cumprimos sagrado dever de solidariedade, oferecendo conforto à família. "Infelizmente, tendemos a fazê-lo pela metade, com a presença física, ignorando o que poderíamos definir por compostura espiritual, a exprimir-se no respeito pelo ambiente e no empenho de ajudar o morto". (9)
Analisemos o fato recente de desencarnação do cantor e ator, Michael Jackson. Mais de meio milhão de admiradores, de todo o mundo, já solicitaram entradas para o serviço fúnebre de seu corpo, agendado para os próximos dias. O nosso irmão, "rei do pop", certamente, está na mais atroz penúria na dimensão póstuma, devido à tresloucada emanação de energias mentais desfavoráveis dos "fãs". Em razão disso, admitimos que, nesse caso, felizes são os obscuros indigentes, porque são velados nas câmeras dos institutos médico-legais, posto que o velório e o sepultamento são, quase sempre, mais um motivo de sofrimento para o desencarnante. É óbvio que as preces, pelos Espíritos que acabam de deixar a Terra, têm por fim, não apenas, proporcionar-lhes uma prova de simpatia, mas, sobretudo, ajudá-los a se libertarem das ligações terrenas, abreviando a perturbação que, normalmente, ocorre após a separação do corpo, e tornando mais tranquilo o seu despertar. (10) No caso em tela, os idólatras transmitem emoções angustiantes em face da saudade, razão pela qual suas súplicas desconexas têm alcance limitado.
Imaginemos a situação desconfortante do Espírito, ainda ligado ao corpo, mergulhado num oceano de vibrações heterogêneas emitidas por pessoas, em nome da admiração, mas agem como indisciplinados espectadores a dificultar a tarefa de diligente equipe de socorro, no esforço por retirar um ferido dos escombros de uma casa que desabou. "Contribuição" lamentável, essa! "Preso à residência temporária, transformada em ruína pela morte, o desencarnante, em estado de inconsciência, recebe o impacto dessas vibrações desajustantes que o atingem penosamente, particularmente as de caráter pessoal. Como se vivesse terrível pesadelo ele quer despertar, luta por readquirir o domínio do corpo, quedando-se angustiado e aflito". (11)
São muitos os que, a título de se despedirem do "defunto", fazem do cemitério uma extensão a mais do barzinho da esquina, discutindo assuntos triviais como política, negócios e futebol - quando não, coisas piores. Isso, obviamente, tornará mais penosa a travessia entre os dois mundos. Mais do que nunca, o desencarnado precisa de vibrações de harmonia, que só se formam através da prece sincera e de ondas mentais positivas. Em o livro Conduta Espírita, o Espírito André Luiz adverte: "proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte. O companheiro recém-desencarnado pede, sem palavras, a caridade da prece ou do silêncio que o ajudem a refazer-se." (12) É importante expulsar de nós "quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários impróprios nos enterros a que comparecermos". (13) Até porque, a "solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana". (14)
Lamentavelmente, "poucos se dão ao trabalho sequer de reduzir o volume da voz, numa zoeira incrível, principalmente ao aproximar-se o horário do sepultamento, quando o recinto acolhe maior número de pessoas". (15) Temos motivos de sobra para o comedimento. Por isso, cultivemos o silêncio, conversando, se necessário, em voz baixa, de forma edificante. Falemos no morto com discrição, evitando pressioná-lo com lembranças e emoções passíveis de perturbá-lo, principalmente, se forem trágicas as circunstâncias do seu falecimento. Oremos muito em seu benefício, porque, morre-se como se vive. Se não conseguirmos manter semelhante comportamento, melhor será que nos retiremos do ambiente, evitando engrossar o barulhento coro de vozes e vibrações desrespeitosas, que tanto atormentam o desencarnado, quanto aos que lá comparecem com objetivos nobres de captar energias dos planos superiores, do foco causal, em favor do próximo que parte para outra dimensão.
É oportuno também explicar ao amigo leitor que a perturbação que se segue à morte nada tem de, insuportavelmente, dolorosa para o justo, aquele que esteve na Terra, sintonizado com o bem. Todavia, para os que viveram presos ao egoísmo, escravos dos vícios e ambições mundanas, a morte é uma noite, cheia de horrores, ansiedades e angústias, apesar de essa perturbação ser considerada o estado normal no instante da morte e perdurar por tempo indeterminado, variando de algumas horas a alguns anos. Em algumas pessoas, ela é de curtíssima duração, quase imperceptível, e nada tem de dolorosa - poderia ser comparada como um leve despertar. No entanto, para outras, o estado de perturbação pode durar muitos anos, até séculos, e pode configurar um quadro de sofrimento severo, com angústia e temores acerbos. Alguns Espíritos mergulham em sono profundo e, nesse estado, ficam durante um tempo muito variável. "O conhecimento que nos tiver sido possível adquirir das condições da vida futura exerce grande influência em nossos últimos momentos; dá-nos mais segurança; abrevia a separação da alma." (16)
O equilíbrio mental dos familiares, ante o desencarne, será de fundamental importância na recuperação do Espírito. Pensamentos de revolta e desespero o atingem como dardos mentais de dor e angústia, dificultando a sua recuperação. A atitude inconformista da família pode criar "teias de retenção", prendendo o Espírito ao seu corpo. É natural que muitos chorem na hora da morte, porém, contendo o desespero. É mister que nos resignemos diante desse fenômeno natural da vida, ainda que, por vezes, inesperado, vendo, nisso, a manifestação da Sábia Vontade que nos comanda os destinos. Em verdade, as lágrimas podem, até, aliviar-nos o coração, entretanto, a atitude do espírita deve ser de compreensão e oração. O dia que tivermos certeza de que o que enterramos não é este ou aquele ser, mas um corpo que serviu para a valorização existencial de alguém que amamos, e que esse alguém estará sempre presente em nossa memória, pois que, experimentamos, apenas, um intervalo momentâneo, se comparado à eternidade, nosso comportamento será outro, muito mais harmonioso com esse fenômeno biológico, a que denominamos "morte".